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Quais são as novas mudanças do PIX?

Criado pelo Banco Central (BC) em 2020, o PIX é um método de pagamento instantâneo que rapidamente caiu no gosto dos brasileiros. Podendo ser realizado de conta poupança, corrente ou de pagamento pré-paga, permite a transferência instantânea de recursos a qualquer hora ou dia.

Neste mês, o BC anunciou uma série de mudanças para o PIX, além de outros meios de pagamento como o TED e DOC. O órgão visa trazer mais segurança para as operações financeiras. Conheça as novas mudanças envolvendo o PIX.

Regras

As alterações ainda não têm data determinada para entrar em vigor, mas devem acontecer dentro de algumas semanas, dando tempo para instituições financeiras, de pagamento e cooperativas possam se ajustar. Abaixo, segue algumas das mudanças previstas.

  • Limitação de transferência em R$ 1 mil entre pessoas físicas, Micro e Pequenos Empreendimentos Individuais das 20h às 6h.
  • Para transferir acima desse valor durante o período noturno, será necessário cadastrar contas específicas.
  • Os usuários interessados em realizar transferências acima de R$ 1 mil devem realizar o pedido no canal digital da instituição financeira. O prazo mínimo para a concessão do aumento é de 24 horas, e o máximo, de 48 horas.
  • Se desejarem, o usuário pode determinar um teto menor para transações durante o período noturno.
  • Novo prazo mínimo de 24 horas para realização de cadastro prévio de contas em canais digitais.

Objetivos

Com as mudanças, o BC espera que o patrimônio dos usuários fique mais protegido, já que o limite desincentiva crimes como sequestro relâmpago. Segundo o órgão, 90% das transações realizadas via PIX durante esse período são iguais ou menor a R$ 500, de forma que isso afetará pouco o cotidiano dos usuários.

Para ajudar o combate de fraudes, as instituições financeiras que utilizam o PIX serão obrigadas relatar ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT) informações sobre contas que possuam indícios de fraude. Esse mecanismo já existia, mas era de uso facultativo até então.

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Como conseguir dinheiro para abrir uma empresa?

O processo de abertura de empresa exige uma série de ingredientes iniciais para que você possa, de fato, ter o próprio negócio. A ideia para o seu empreendimento é o primeiro passo, mas também é preciso elaborar um plano de negócios, definir quais serão os serviços e produtos vendidos, determinar um público-alvo, escolher um espaço físico para sua operação e ainda legalizar juridicamente a sua empresa.

No entanto, um dos principais ingredientes é o capital. Essa quantia é necessária para que o empreendedor possa fazer o registro da sua companhia, comprar os primeiros produtos e equipamentos, pagar a locação do seu espaço comercial, decoração e outras despesas.

Mas como conseguir esse dinheiro? No post de hoje, exploramos algumas possibilidades que o empreendedor pode usufruir para ter esse dinheiro em mãos.

Linhas de crédito

Uma das alternativas mais comuns é obter uma linha de crédito com instituições financeiras públicas ou privadas. Os empreendedores têm à disposição a possibilidade de investimentos fixos, de capital, de giro ou misto. O empresário precisa entrar em contato com uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que seja credenciada ou instituição financeira para realizar a solicitação.

Nesse tipo de operação, um dos principais desafios é oferecer alguma garantia de crédito exigida pela instituição. Elas podem considerar bens, imóveis, promissórios ou o aval dos sócios para ter a garantia do pagamento. Também existem instituições privadas em que a atividade é a concessão de garantias exigidas aos empreendedores que buscam esse crédito.

Investidores-anjo

Outra alternativa atrativa, principalmente no setor de tecnologia, é o investidor-anjo. Desde 2017, com a regularização da Lei Complementar 155/2016, eles podem investir entre R$ 50 mil a R$ 600 mil em microempresas e empresas de pequeno porte. Eles terão um retorno de até 50% dos lucros da sociedade em um período de até cinco anos, mas não são considerados sócios do empreendimento.

No entanto, o plano de negócios e a ideia da iniciativa precisa ser atrativa para contar com o apoio de um investidor-anjo. O interessado por submeter sua ideia no site Anjos do Brasil em busca de potenciais mecenas. O plano de negócios deve conter, além de uma boa apresentação, previsão de lucros, estudo de mercado e, preferencialmente, um protótipo do produto.

Sócios

Há exemplo do investidor-anjo, o sócio também pode injetar um capital para que a empresa possa nascer e dar os seus primeiros pontos. O sócio, além de aplicar recursos, também precisa ser alguém que esteja ciente das responsabilidades e obrigações que precisa ter com a empresa.

Assim, a sociedade formada deve prezar sempre pela transparência, colaboração e lealdade, tendo o empreendimento como principal compromisso. Mesmo que seja o caso de um sócio que entre apenas com os recursos, ele ainda é alguém que pode deliberar sobre ações sociais do empreendimento.

Financiamento coletivo

Nos últimos anos, o financiamento coletivo tornou-se uma opção cada vez mais utilizada por empreendedores iniciantes, realizado através de sites ou organizações mundiais. Essa “vaquinha” virtual serve para apresentar a ideia do empreendimento e, em contrapartida, do financiamento, que também oferece brindes e bônus aos doadores.

Para os interessados, existem plataformas de financiamento coletivo online no Brasil, sendo necessário cadastrar a sua ideia e estipular a meta e os brindes. Para mobilizar os doadores, o investidor pode preparar apresentações e vídeos sobre sua ideia, além de mostrar quais as recompensas do seu projeto.

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Abrindo uma empresa: como calcular o investimento inicial?

Se você tem planos para abrir a sua própria empresa, saiba que ter uma boa ideia para um produto ou serviço não é tudo. Para que o seu negócio tenha chances de crescer com uma boa saúde financeira, é necessário planejamento, que leve em conta os detalhes da administração do empreendimento.

Um deles é o cálculo envolvendo o investimento inicial. É a partir dele que você poderá dar os primeiros passos da sua operação, adquirindo matéria-prima e produtos, contratando funcionários, encontrando um espaço adequado para funcionar e contratando eventuais serviços necessários, como o da entrega de mercadorias, entre outros investimentos.

De uma maneira geral, esses valores são os custos para abrir uma empresa, que ainda incluem as despesas com taxas e honorários contábeis. Mas você sabe como calculá-lo corretamente? Entenda como fazer isso.

Plano de negócios bem estruturado

Para poder determinar o investimento inicial do seu empreendimento, é preciso elaborar um plano de negócios, feito com máxima cautela. Ao listar os itens necessários para os diferentes setores da sua empresa, ficará claro o que irá precisar para que sua operação funcione.

A partir do plano de negócios, o gestor saberá como, onde e quanto investir em cada setor do seu negócio, assim como nas contratações. Para conseguir cálculos mais assertivos, considere tudo o que é preciso para operar sem gargalos: número de funcionários de cada setor, equipamentos, espaço de trabalho, valor dos salários e outros encargos, gastos envolvendo a compra de matéria-prima, custos envolvendo transporte, energia e água.

Para isso, você conta com dois cálculos em que é possível dividir gastos: o investimento fixo, relacionado às despesas que sua empresa precisa para funcionar e que são sobre estrutura física, como decoração, maquinário, móveis, veículos, itens e outros bens para que sua empresa saia do papel.

Já o chamado investimento pré-operacional é destinado à abertura e legalização da empresa, treinamento de funcionários e divulgação do seu negócio com ações de marketing.

Capital de Giro e Financeiro

Outros conceitos que são importantes de serem dominados são o de capital financeiro e o de giro. O primeiro é referente aos recursos necessários para que seu empreendimento possa ter êxito. Caso você não tenha o necessário, é possível buscar investidores ou recorrer aos empréstimos de instituições bancárias. Eles irão avaliar o potencial de crescimento do negócio para liberar a linha de crédito, desde que tenha um plano de negócios que mostre como será feito o pagamento.

Já o capital de giro é o montante necessário para que sua empresa opere, englobando contas fixas e variáveis como compra de materiais, salários e estoque. Também é indicado que o capital de giro comporte uma reserva para eventuais emergências. Nos primeiros meses de operação, o capital de giro deve ser o suficiente para que sua companhia funcione até que o valor de entrada em caixa comece a pagar essas despesas essenciais.

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Contratação PJ: quais as diferenças da CLT?

Além de contratar funcionários no regime CLT, as empresas têm à sua disposição a alternativa de contratar os serviços de uma pessoa jurídica (PJ). Nesse caso, acontece a celebração comercial entre duas empresas, já que o PJ tem um CNPJ ativo e apto para prestar serviços.

Dessa forma, a relação comercial estabelecida é entre duas empresas, mesmo que o prestador de serviço seja uma única pessoa. Porém, é nesse momento que muitos têm dúvidas se o PJ pode ser considerado funcionário. Neste texto, explicamos as principais diferenças em relação à contratação CLT, os direitos do contratante PJ e os riscos que podem envolver esse tipo de acordo.

Diferenças entre PJ e CLT

No caso da contratação PJ, o regime jurídico da empresa irá determinar quais são as regras legais a serem cumpridas pelo empreendedor PJ. Um exemplo é que o valor a ser recolhido de impostos pela atividade prestada depende do regime tributário aplicado na empresa.

Também há diferenças quanto aos direitos e rotina. No caso do contrato CLT, há uma série de direitos trabalhistas para o empregado, como vale-transporte e refeição, pagamento de horas extras, férias remuneradas e seguro-desemprego, entre outros. Pagamentos que são dispensados no caso da contratação do PJ.

Por outro lado, o funcionário CLT precisa seguir à risca as normas da empresa, como o horário de trabalho, de entrada e saída do turno. Já o PJ tem total liberdade para definir a sua forma de atuação, uma vez que não há lei que determine quantas horas por dia ou semana deva trabalhar.

Por isso, ao contratar o PJ, uma opção é definir os dias e horários em que o serviço será prestado, colocando-os no contrato se for de comum acordo. Dessa forma, evita-se problemas no futuro para ambas as partes.

Direitos do PJ

Apesar de não ter os mesmos direitos dos trabalhadores CLT, o PJ pode, caso queira, tirar férias. Nesse caso, ele precisa entrar em acordo com a empresa contratante, que não é obrigada a remunerá-lo durante o período de descanso. O mesmo vale para o 13º salário: o PJ precisa controlar suas finanças e separar uma parte do que ganha para esse fim.

No caso de trabalho nos feriados, o PJ decide se quer ou não trabalhar nessas datas. No entanto, ele precisa saber que não caberá a empresa contratante o pagamento de hora extra ou outro tipo de remuneração caso opte por trabalhar.

PJ ganha mais?

De uma maneira geral, o valor que o PJ recebe pelo seu serviço é acima do que dos funcionários CLT. Isso acontece por dois motivos principais: um deles é que ele determina o preço do seu serviço, dando-lhe liberdade para cobrar o valor médio do mercado ou até mesmo um pouco acima. Outro motivo é por receber o valor líquido, visto que não incide nenhum tipo de desconto legal no pagamento.

Riscos

Para a empresa, o principal risco envolvendo esse tipo de contratação é a possibilidade de caracterizar subordinação, prática conhecida como “pejotização”, considera crime. Nessa situação, a empresa mantém os seus empregados por meio da criação de empresas dos contratados. Assim, ela substitui o contrato CLT (com suas obrigações) pelo contrato de duas empresas, o que poderia beneficiar financeiramente o empregador.

Nesse caso, a prestação de serviço acontece seguindo todas as obrigações de um contrato CLT, como subordinação, onerosidade e habitualidade. Caso fique comprovado algum vínculo trabalhista, a empresa contratante pode ser obrigada a pagar os direitos trabalhistas do PJ.

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Criptoativos que você precisa conhecer

Quando se fala em criptoativos, muitas pessoas pensam, imediatamente, na Bitcoin. A fama é justificada, uma vez que a criptomoeda surgiu em 2008 e é o exemplo mais popular da categoria, sendo utilizada por pessoas e empresas de diversos países.

No entanto, os criptoativos não se resumem ao Bitcoin. Desde que o mercado ganhou força e atraiu novos interessados, outras criptomoedas ganharam reconhecimento e valor internacional. Para se ter uma ideia, o site Investing.com lista mais de 4,7 mil modelos, que têm o seu preço alterado todos os dias.

Na postagem de hoje, iremos abordar outras criptomoedas que merecem a sua atenção e se mostram como opções mais confiáveis de investimento.

Moss Earth

As criptomoedas são criticadas devido a liberação de carbono que acontece durante seu processo de mineração. Nesse contexto, a Moss Earth é uma alternativa interessante. Seu objetivo é justamente mitigar as emissões de gás carbônico, principal causador do efeito estufa. Ao comprar o MCO2, o usuário compensa a emissão em uma tonelada.

Essa opção conta com certificado digital, já que suas transações são registradas na blockchain Ethereum. O MCO2 é gerado por projetos de conservação que evitam a emissão do gás carbônico, colaborando para a sua neutralização. Dessa forma, o criptoativo é uma alternativa indicada para empresas que estão comprometidas a diminuir a pegada de carbono, já que evita que novas terras sejam desmatadas.

Uniswap

Para quem procura mais anonimato no mercado de criptoativos, a Uniswap é uma boa opção. Trata-se de uma corretora de criptomoedas descentralizada (HEX) que defende o “DeFi”, ou seja, que as finanças em geral sejam descentralizadas e não dependam de bancos, corretoras ou agentes tradicionais.

A criptomoeda deles é a UNI. A iniciativa já atraiu vários interessados no mercado, sendo que no último ano, chegou a ultrapassar o valor diário transacionado pela Coinbase, uma das maiores corretoras centralizadas do mundo.

Polkadot

Conhecida como DOT, a criptomoeda da Polkadot é mais uma que despertou o interesse das redes recentemente. Trata-se de um blockchain que concentra diversas blockchains dentro de si, sob a premissa de realizar transações mais rapidamente e com taxas mais atrativas. A iniciativa foi criada por um dos co-fundadores do Ethereum, Gavin Wood.

Aave

Outro exemplo de criptoativo descentralizado é a Aave, um projeto que é focado em empréstimos usando tokens via blockchain, sem o intermédio de instituições financeiras. O foco em empréstimos é um diferencial, já que a Aave funciona utilizando contratos inteligentes na Ethereum, o que garante segurança e agilidade nas operações.

A iniciativa tem, de um lado, investidores que possuem criptoativos e que emprestam para outras pessoas, ganhando com os juros da operação. Por outro lado, quem solicita usa uma rede que não oferece nenhum tipo de burocracia e sem precisar ativos como garantia.

Dogecoin

Ela foi criada a partir de uma piada do meme “Doge”, ilustrado por um cachorro da raça Shiba Inu. Mas ganhou repercussão mundial quando o bilionário Elon Musk, CEO da Tesla, comentou sobre ela, o que a tornou um criptoativo mais sério, sendo bastante utilizada para recompensar criadores de conteúdo no Twitter e Twitch.

Não há limites para o número de Dogecoins criados e sua capitalização de mercado já ultrapassou US$ 7 bilhões em 2021.

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Posso abrir MEI recebendo benefícios do INSS?

O MEI é uma modalidade de empresa que tem atraído cada vez mais novos empreendedores que desejam dar o primeiro passo com seu próprio negócio. Porém, é preciso conhecer os seus critérios para que o indivíduo não seja prejudicado.

Uma situação que gera dúvidas é em relação às pessoas que recebem benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Nacional). Tudo bem elas se tornarem MEI ou há restrições? Explicamos caso a caso no post de hoje.

Aposentadoria

No caso da aposentadoria por invalidez, não é possível se formalizar como MEI. Essa modalidade é referente aos trabalhadores que não têm condições de retornar ao seu trabalho, algo que os desqualificaria de receber o benefício caso se formalizassem como MEI.

Vale destacar que caso fique comprovado que o aposentado tinha condições de retornar o trabalho e continuou recebendo o benefício por invalidez, ele precisará devolver os valores recebidos, acrescido de juros e multa. O mesmo vale para aposentados que continuaram no mercado de trabalho por meio do registro CLT.

Nos demais casos de aposentadoria, é permitido que a pessoa se formalize como MEI. No entanto, ela precisa estar ciente que não terá direito a uma segunda aposentadoria.

Auxílio-doença

O auxílio-doença é um benefício pago aos trabalhadores que não têm condições de atuar em suas atividades profissionais de forma temporária. Dessa forma, caso ele se formalize como MEI, deixará de receber o benefício pois será considerado como recuperado, estando apto a trabalhar.

Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC-LOAS)

Quem recebe o BPC-LOAS pode se formalizar como MEI e continuar recebendo o benefício. Entretanto, se o serviço social avaliar que houve um aumento considerável da renda familiar por causa da atividade do MEI e que não existe mais necessidade do beneficiário receber o recurso, o benefício pode ser cancelado.

Benefícios Sociais

A exemplo do BPC-LOAS, os trabalhadores que são beneficiados pelo Bolsa Família podem se tornar MEI e continuar com o benefício, desde que o aumento da renda familiar não ultrapasse o valor limite estabelecido pelo programa. Aqui, vale lembrar que o cancelamento do benefício não é imediato, sendo efetuado apenas no ano de atualização cadastral.

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Se você está dando os primeiros passos como MEI, saiba que o auxílio de uma contabilidade fará a diferença para fazer o seu negócio crescer. A assessoria contábil ajuda nos processos de abertura de MEI, na análise da saúde financeira da empresa e evita erros em declarações, além de auxiliá-lo em questões envolvendo financeiro e administrativo.

Conte com a Contabilidade Souza para fazer essa transição e iniciar uma nova etapa em sua vida!

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Empresas podem fazer investimento?

Quando o assunto é investimento, muito se fala sobre as possibilidades existentes para pessoa física. Afinal, essa modalidade conta com ampla variedade de aplicações: CDB, CDI, LCA, LCI, fundos de renda fixa, fundos mistos e ouro são algumas delas, realizadas por bancos ou corretoras financeiras.

Contudo, muitos não sabem que pessoa jurídica também pode realizar investimentos. No mercado, existem várias opções indicadas para que a empresa consiga rentabilidade com o capital em caixa, visando o retorno em médio e longo prazo.

Abaixo, detalhamos quais são os investimentos para pessoa jurídica, o que você precisa fazer para realizá-los e dicas sobre como escolher o melhor para você.

Quais são os investimentos para empresas?

Normalmente, o empreendimento utiliza o capital na operação desse tipo de investimento. Porém, há organizações que podem manter uma reserva de emergência ou para futuras expansões parada na conta corrente, apesar dessa opção não gerar rentabilidade.

Os principais investimentos para pessoa jurídica são:
• Ações
• Fundos de Investimentos
• Certificado de Deposito Bancário (CDB)
• Letra de Crédito Agrícola (LCA)
• Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

Qual desses tipos seria o melhor? Não existe resposta certa para essa questão, já que a melhor opção se ajusta a necessidade da sua companhia. É importante manter o planejamento estratégico pensado para esses investimentos, considerando os riscos, o tempo de duração e a margem de lucro.

Documentação necessária

Fazer investimentos como empresa requer um pouco mais de burocracia em relação à pessoa física. Para cadastrar o seu empreendimento em uma corretora, certos documentos são exigidos:
• Balanço Patrimonial
• Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)
• Declaração de faturamento dos últimos 12 meses
• Se necessário, última alteração contratual

Caso o empreendimento não tenha os 12 meses de atuação exigidos, será preciso que o contador redija uma nota simples esclarecendo a jovialidade da empresa e detalhando o faturamento do tempo em exercício.

É necessário atenção ao objeto social da empresa. Investir em ações e conseguir lucros significativos pode caracterizar lucro por meio de atividade que foge ao objeto social da empresa, motivando sanções em uma possível fiscalização. Portanto, a recomendação é que se opte por investimentos de baixo risco e rendimento razoável, que não sejam caracterizados como atividade especulativa.

Quais são as tributações dos investimentos de empresas?

Os investimentos de pessoa jurídica também são tributados, que variam conforme o tipo escolhido. Por exemplo, investimentos em ações possuem uma alíquota de Imposto de Renda de 15%, com exceção para transações de Day Trade, na qual a alíquota sobe para 20%.

Os fundos de investimento sofrem incidência de IR e IOF, sendo que o valor depende do fundo escolhido e o prazo para resgate. O mesmo se aplica aos investimentos do CDB. Nele, a alíquota do IR é de 22,5% para investimentos com menos de 180 dias de resgate. Para investimentos com resgate entre 181 e 365 dias, a alíquota cai para 20%. Entre 365 e 720 dias, ela é de 17,5%, e para investimentos com resgate superior à 720 dias, o imposto de rende é de 15%.

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Perguntas que você deve responder antes de abrir um negócio

Ter um negócio próprio é o sonho de muitas pessoas que acreditam que a chave para uma vida financeira melhor se encontra no empreendedorismo. Porém, para construir uma jornada de sucesso, não basta ter apenas um sonho e uma boa ideia.

Por ser uma caminhada cheia de desafios, é preciso estar preparado, antes mesmo de criar a sua empresa. Para que o seu empreendimento tenha uma base sólida, é necessário que você saiba as respostas para algumas perguntas que determinarão o rumo do seu projeto.

Por que você quer ter um negócio próprio?

A motivação básica de muitos para iniciar esse projeto é, claro, ganhar dinheiro. Óbvio que ter um bom retorno financeiro influencia na decisão, mas em muitos casos, não basta. O seu empreendimento também precisa de um propósito real, um motivo que alimente sua paixão e desejo de tornar o seu negócio cada vez melhor e benéfico para os outros.

Isso é importante por dois fatores: primeiro porque muitas empresas demoram para dar lucro, sobretudo nos primeiros anos de operação. Se o seu interesse for apenas financeiro, será fácil desanimar com esse quadro e desistir do empreendimento.

Segundo que ter essa justificativa é um diferencial importante para atrair os clientes. Quando você tem propósito real definido, fica mais fácil convencer as pessoas sobre como o seu produto ou serviço é capaz de facilitar a vida delas.

Alguém já faz isso?

Após definir sobre o que se trata o seu empreendimento, é necessário analisar a sua concorrência e conhecer um pouco mais o mercado. Isso porque, caso sua ideia seja muito semelhante à de um concorrente já estabelecido, será difícil conquistar clientes e crescer nesse ramo.

Esse estudo também é valioso, pois fornece informações importantes como preço médio cobrado pelo produto ou serviço e funcionamento da operação como entrega e formas de pagamento mais comuns.

E se perceber que ninguém faz o que você pensou? Pode até ser um sinal de que você tem uma grande oportunidade em mãos, mas é necessário investigar com cuidado. Talvez não existam concorrentes porque não há demanda para o produto ou serviço pensado por você. Ou, porque há questões envolvendo a operação que a tornem muito custosa e trabalhosa, de maneira que não compensa, financeiramente, colocá-la em prática. Se esse for o caso, é preciso reformular o seu plano original para encontrar uma aplicação mais factível.

Quais são os seus valores?

Toda empresa define sua missão, visão e valores para mostrar aos seus funcionários e clientes qual o propósito e a filosofia que rege a companhia. Muitos podem considerar isso algo do passado, mas é isso que definirá a essência da empresa.

Portanto, é necessário que você liste valores que são fundamentais para o seu negócio. É a partir deles que você poderá delimitar os valores da empresa, que serão semelhantes aos seus e, se for o caso, também o dos seus sócios.

Quais são as necessidades do seu cliente?

A sua ideia pode ser maravilhosa, mas você não conseguirá comercializá-la se ela não atender às necessidades do cliente. Pior ainda: se os clientes em potencial nem sabem que o problema que elas têm pode ser solucionado por meio da sua ideia.

Uma frase clássica no mundo dos negócios é “as pessoas não sabem o que querem até você dizer a elas”. Mostra que tão importante como ter uma boa ideia é saber como vendê-la. Pesquise bastante sobre as necessidades do seu cliente e estude como sanar os problemas dele, de forma que você seja a opção ideal.

Está preparado para administrar um negócio?

Começar o seu próprio negócio não requer um diploma ou curso específico. Mas, para que tenha melhores chances de sucesso, é importante aprender um pouco sobre controle financeiro, atendimento e vendas, gestão, marketing e outras áreas.

Portanto, é importante investir tempo e recursos em capacitação. Essa decisão lhe dará mais segurança para gerir seu empreendimento, além de fornecer conhecimento para aperfeiçoar seu produto ou serviço, melhorar os procedimentos internos da empresa e inovar constantemente, aumentando as chances de sobrevivência no mercado.

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Regime de Caixa vs Regime de Competência: conheça as diferenças

Um dos principais conceitos de contabilidade que os gestores precisam dominar é o regime de caixa, uma ferramenta essencial no gerenciamento de receitas e despesas, sendo um dos parâmetros para medir o capital existente do negócio.

E um termo que pode confundir alguns é o regime de competência, que funciona de forma oposta ao regime de caixa. Por isso, para tirar qualquer dúvida, o texto abaixo explica os significados, aplicações e importância de cada um deles.

O que é Regime de Caixa?

Os gestores precisam entender o funcionamento e a importância do regime de caixa, uma vez que ele é o sistema mais simples e utilizado no país. Ele é vantajoso, sobretudo, para empresas que realizam vendas parcelas ou com datas de pagamento diferentes das de vendas.

Ele é utilizado para registrar todas as movimentações financeiras da sua empresa: receitas, custos e despesas que entram ou saem do caixa. Esse registro ocorre no momento em que o pagamento ou recebimento acontece de fato, e não na venda, compra ou negociação de produtos e serviços.

Assim, é considerado o valor efetivamente recebido e não o que é registrado no período de emissão da nota fiscal. Isso faz com que o empreendimento seja tributado apenas quando as receitas forem registradas no caixa.

O que é Regime de Competência?

Por outro lado, o regime de competência opera de forma oposta. Nele, o lançamento é registrado na data da emissão da nota fiscal e em que a transação é realizada, independentemente de quando o valor será recebido ou em situações em que o produto ou serviço foi parcelado, já que se registra o valor total.

O regime de competência é considerado a opção oficial do Imposto de Renda, de forma que qualquer negócio pode optar por ele. Porém, é permitido que Empresas de Pequeno porte (EPP) e Microempresas (ME), além de tipos de empreendimento que utilizem Simples Nacional e Lucro Presumido, utilizem o regime de caixa.

De uma forma geral, o regime de caixa aponta para a saúde financeira da empresa e acompanha a entrada e saída de capital por meio do DFC (Demonstrativo de Fluxo de Caixa). O regime de competência mede os resultados da companhia e identifica prejuízos possíveis durante o período avaliado, com base no DRE (Demonstrativo de Resultados de Exercício).

Qual tipo escolher?

A escolha do melhor regime para você depende do formato e modelo do seu negócio. O regime de competência é obrigatório para empresas de Lucro Real e Arbitrado, além de ser aplicável às declarações de Imposto de Renda de pessoa jurídica. Ele também é uma boa pedida para empresas com recebimento de pagamentos em forma linear, que recebam valores iguais a cada mês.

Já quem opta pelo regime de caixa dele ter cuidado para não acabar com problemas fiscais. É necessária atenção redobrada no controle do fluxo de caixa e gerenciamento das receitas e despesas diárias, como no preenchimento de planilhas de controle. De qualquer forma, contar com a opinião de um contador é fundamental para fazer a escolha certa.

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Como funciona a mineração de criptomoedas?

As moedas virtuais têm ganho cada vez mais o interesse de investidores e empresários, tornando-se uma opção mais visada para investimentos. Essa demanda contribuiu para o aumento do valor delas, com a Bitcoin, por exemplo, atingindo o patamar de US$ 60 mil em 2021.

No entanto, as preocupações ambientais que envolvem a prática de mineração e geração dos criptoativos fizeram com que esse valor caísse. Mas como funciona esse processo? Esse é o tema da nossa postagem dessa semana.

Supercomputadores

A mineração de criptoativos como o Bitcoin não é feita em computadores convencionais e caseiros. Esse processo requer uma máquina com alta capacidade de processamento, de forma que os mineradores adquirem computadores produzidos especialmente para essa tarefa.

Essas máquinas têm dois objetivos principais: gerar novos criptoativos, distribuindo-os de forma justa, e confirmar as transações da moeda, registrando essa movimentação nos chamados blockchain, que funcionam como um “livro de contabilidade virtual”.

Mas como se gera novas criptomoedas? Isso acontece por meio de equações altamente complexas que os supercomputadores devem resolver em milésimos de segundo, ligados por uma rede paralela na Internet. O alto poder de processamento é justificado justamente por eles precisarem executar milhares de cálculos em um espaço tão curto de tempo.

As máquinas também precisam encontrar uma sequência que torne o bloco de transações dos criptoativos compatível com o anterior e com o próximo que será gerado. Quando isso acontece, o minerador recebe uma recompensa em criptoativos para cada bloco minerado.

As respostas das equações, conhecidas como “hash” ou prova de trabalho, são utilizadas para organizar as entradas no blockchain. Quando um minerador encontra um bloco compatível e recebe seus criptoativos, toda a rede é informada para validar o resultado e saber que as novas criptomoedas pertencem a esse minerador, permitindo que ele faça o uso do prêmio.

As transações são registradas no blockchain de forma linear e cronológica, sendo digitalmente assinada para garantir sua veracidade e autenticidade. Cada computador ligado na rede recebe uma cópia do blockchain, permitindo que eles validem ou não as informações que recebem com base nos dados inseridos. Essa aprovação requer um consenso dos participantes, o que previne fraudes.

Atividade 24h

Para validar o blockchain, é conferido se eles têm uma característica única, que impede o uso de códigos maliciosos (malwares) que possam prejudicar a operação. Quando isso tudo está certo, o minerador garante que a sua operação no processo de mineração continue, até mesmo recebendo taxas pagas pelos usuários.

Em média, as equações para os supercomputadores são propostas de 10 em 10 minutos. Por isso, a mineração ocorre durante todo o dia, sem parar. E isso é sinônimo de que os supercomputadores, que necessitam de alimentação constante, consomem um altíssimo nível de energia.

Inclusive, esse consumo exagerado tem gerado preocupação. A Universidade de Cambridge, no Reino Unido, calcula que a mineração virtual gaste 113 TeraWhatts/hora (TW/h) anualmente. Esse ano, esse valor deve subir para 130 TW/h, o que corresponde a 0,6% do consumo energético do planeta.

Ainda segundo Cambridge, apenas 39% dos mineradores utilizam recursos de energia sustentável e renovável no processo. O consumo exagerado fez com que, recentemente, o governo da China – onde se encontrar cerca de 65% dos mineradores – implementasse a restrições à prática, o que fez com que o valor de criptomoedas como o Bitcoin caíssem.

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