Skip to main content Skip to search

Blog

Negócios digitais: como fazer?

Os negócios digitais estão se popularizando como forma mais prática de iniciar um empreendimento! Essa mudança de hábito vem de dois principais motivos: o e-commerce possui baixo custo de investimento e manutenção e a migração do público para o digital está cada vez mais sólida.

Se você é um empreendedor que deseja abrir um negócio online, é preciso levar em consideração algumas questões. Existem várias formas de ingressar nesse universo para ganhar dinheiro, confira algumas:

Produtor
Essa é a pessoa que cria conteúdos para serem consumidos na internet. Esses conteúdos podem ter diversos formatos como e-books, podcasts, vídeos, cursos etc. Para se tornar um produtor, é necessário ter conhecimento que seja útil para as pessoas.

Afiliado
Esse é o profissional que divulga o produto de terceiros em troca de comissões. Vem ganhando bastante espaço no mercado, sendo uma profissão bastante divulgada para quem tem influência online, mas não quer criar o próprio conteúdo.

E-commerce
Área conhecida por muitos, o e-commerce nada mais é que o comércio online. Geralmente são lojas virtuais onde disponibilizam seus produtos e entregam na casa do consumidor.

Essas são somente algumas possibilidades. Depois de escolher como deseja atuar, é preciso entender como montar esse negócio digital, pois apesar de ser mais simples que um empreendimento físico, ainda possui alguns processos a serem feitos da maneira correta.

Planeje seus gastos
Todo empreendimento, seja online ou não, envolve gastos e o empreendedor que não se prepara para isso, pode ter dificuldades em chegar nos resultados esperados.
Faça uma planilha com todos os possíveis gastos que você terá com fornecedores, plataformas, ferramentas, funcionários etc. Tenha também um dinheiro de reserva, pois nem sempre as coisas saem como o planejado.

Fique em dia com a documentação
Os documentos variam muito dependendo do tipo do negócio e do estado em que você vive. Mas, alguns são obrigatórios:
-RG e CPF
-Comprovante de endereço
-Se casado(a), certidão de casamento
-Cópia do IPTU ou documento que conste a inscrição imobiliária ou a indicação fiscal do imóvel onde a empresa será instalada.

Tenha como parceira uma contabilidade de confiança
Escolher uma boa empresa de contabilidade é um dos pontos mais importantes para abrir uma empresa, pois será ela que ficará responsável por toda a parte contábil e burocrática do processo.
Antes de iniciar seu negócio, o contador é o responsável para que o empreendimento seja aberto em conformidade com a lei.

Precisa de ajuda com a abertura de um negócio online? Conte com a Contabilidade Souza!

Leia mais

Economia doméstica: 5 dicas essenciais

Você já deve ter ouvido falar em economia doméstica. O objetivo dela é transformar a rotina doméstica para que poupar se torne um hábito de família, evitando o desperdício e incentivando o consumo sustentável!

Um dos principais pontos é poupar dinheiro para futuras eventualidades, como o desemprego e problemas de saúde, evitando dívidas e dores de cabeça caso algo inesperado aconteça. Apesar de ser simples e eficaz, uma pesquisa da ANBIMA revelou que mais de 52% da população não economiza e não possui reserva de emergência.

Além de contribuir com os imprevistos, é uma forma de viabilizar grandes compras e investimentos como casa, carro, apartamento, estudo dos filhos ou aposentadoria.

Se você deseja iniciar a economia doméstica, siga essas 5 dicas essenciais para dar o primeiro passo:

1 – Se organize
Essa é a parte principal para iniciar a sua economia. Faça um levantamento de todas as entradas e saídas do orçamento familiar. A organização é aliada do autoconhecimento financeiro.

2 – Corte gastos
Coloque no papel todos os gastos mensais e classifique-os por importância. Assim, é possível identificar aqueles que talvez não sejam tão necessários para o dia a dia.

3 – Pague todas as dívidas
Não é possível economizar dinheiro se você está com dívidas, pois tudo aquilo que conseguir juntar, no final, irá quitar o que você está devendo. Identifique todos os pagamentos que estão em atraso e elimine um por um.

4 – Crie uma reserva financeira
Todas as famílias precisam ter uma reserva financeira de emergência. Nunca se sabe o dia de amanhã e imprevistos com saúde, emprego e até catástrofes naturais podem acontecer. É sempre necessário separar um valor por mês para o inesperado.

5 – Faça da pesquisa a sua amiga
Essa é a base da economia doméstica! Antes de comprar qualquer coisa, seja no supermercado, farmácia ou produtos mais caros como computadores, televisão e eletrodomésticos, a pesquisa é essencial. Você pode contar com ajuda de aplicativos que facilitam essa tarefa.

Gostou das dicas? Que tal iniciar a sua economia doméstica hoje mesmo? Você pode contar com a ajuda da Contabilidade Souza!

Leia mais

Poupança: ainda vale a pena?

A poupança ainda é a forma de investimento preferida dos brasileiros! Ela existe há mais de 100 anos. Foi criada na época do Império, em 1861, com a Caixa Econômica Federal e é bastante tradicional. Também é conhecida por ser bastante simples, segura e prática. Mas, com tantas modalidades de investimentos que surgiram de lá para cá, será mesmo que ainda vale a pena colocar o dinheiro na poupança? Continue lendo para saber!
O mercado financeiro cresceu muito nos últimos anos. Corretoras e plataformas de investimento surgiram oferecendo modalidades mais rentáveis e seguras. Com tantas opções, é preciso pensar em alguns tópicos para saber se a poupança é viável:

Inflação
A inflação é o processo de aumento de preços. No Brasil, o índice oficial que a mede é o IPCA. Assim, a inflação é a maior inimiga da poupança, pois, dependendo de como está o IPCA, o rendimento pode ser tão baixo que, na verdade, estará deixando de ganhar dinheiro.
Exemplo: você guardou R$ 50,00 na poupança para futuramente comprar um produto. Um ano depois retirou o R$ 55,00, ou seja, rendeu R$ 5,00. Mas, o valor do produto foi reajustado de acordo com a inflação e agora custa R$60,00 e o seu dinheiro já não tem mais o poder de compra daquele item. No final, pode-se dizer que você inclusive perdeu dinheiro.

Liquidez
É muito importante pensar em liquidez. No caso da poupança, a liquidez é imediata, ou seja, você pode resgatar o valor que foi deixado lá a qualquer momento. Mas, existem outros investimentos que também oferecem liquidez diária, como CDB.

Segurança
Esse é um dos pontos que o brasileiro mais defende, pois o dinheiro que está na poupança é protegido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Isso significa que se a instituição financeira quebrar e perder o dinheiro, o FGC te devolve a quantia da aplicação atual. Porém, existem diversos outros investimentos que também são garantidos pelo FGC e que possuem uma rentabilidade bem maior.

Espera-se que a poupança possui baixíssima rentabilidade e algumas vezes não consegue superar a inflação do país, não podendo nem ser considerada um investimento. Se você deseja que o seu dinheiro renda, de forma segura e superior à poupança, opte por outras opções que são tão seguras quanto e que pagam bem melhor!
Quer aprender a investir? Confira nosso texto sobre “Como começar a investir? Tipos de investimentos”!

Leia mais

Como funciona a Lei do Salão Parceiro e quais seus benefícios

Por muitos anos, os salões e profissionais da beleza não tinham regulamentação específica que abrangesse suas particularidades. Por isso, muitos pagavam impostos fora da sua realidade, comprometendo lucros ou forçando a situação de irregularidade.

Em 2017, a Lei N° 13.352 de 2016, conhecida como “Lei do Salão Parceiro”, entrou em vigor e se tornou uma oportunidade para que proprietários de salões e profissionais parceiros tivessem segurança financeira e entrassem na regularidade. Essa lei funciona da seguinte forma:

-Salão parceiro: fornece a estrutura e equipamentos necessários para a execução dos serviços.
-Profissional parceiro: fornece o seu talento e mão de obra para a execução dos serviços.

Com essa nova lei, foi possível regularizar a contratação de profissionais cabeleireiros, barbeiros, manicures, pedicures, esteticistas, depiladores e maquiadores, através da figura jurídica do “profissional parceiro”. Além disso, o Salão Parceiro contribuiu na redução de custos e despesas do salão, que agora não possui mais a obrigação de arcar com encargos de contribuição previdenciária, FGTS, 13° salário, férias e demais garantidos pela CLT. A formalização também possibilita a dedução do seu faturamento dos repasses efetuados aos profissionais parceiros.

Por que o contador é importante nesse cenário?

Ainda existem prefeituras que não permitem lançar as quotas dos profissionais como uma dedução, impossibilitando o lançamento. Assim, a contabilidade se faz necessária para ajudar nesse processo, auxiliando o profissional da beleza a poder analisar sua situação e indicando a melhor solução para o seu caso.

Precisa de ajuda com as questões burocráticas do salão? Conte com a Contabilidade Souza!

Conheça mais sobre abertura de MEI.

Leia mais

Educação Financeira para iniciantes – Como começar?

Com certeza você já deve ter ouvido falar que educação financeira é importante para organizar sua vida, colocar projetos em prática e investir no que vale a pena. Tudo isso está correto! Entretanto, são tantas informações disponíveis na internet que muitos ficam perdidos e acabam desistindo de mudar sua relação com o dinheiro. Por esse motivo, escrevemos esse artigo para mostrar quais os passos essenciais do planejamento financeiro.

Para começar, é necessário entender que o planejamento é uma mudança de pensamentos e hábitos na sua vida, para que seja possível acabar com as dívidas, economizar e conseguir investir. Lembre-se que tudo isso é um processo e não ocorre do dia para a noite. É necessário estudo, disciplina e foco.

A partir daí, podemos iniciar por alguns tópicos:

Autoconhecimento
A educação financeira é baseada em muita disciplina, reflexão e conhecimento de si. É preciso entender os hábitos diários. Você costuma gastar muito? Em quais áreas da sua vida você mais aplica dinheiro? Seus gastos são regulados? Você costuma desistir de projetos no meio do caminho?
Para te ajudar nessas questões, use a análise de SWOT pessoal, escrevendo quais são seus pontos fortes, pontos a serem melhorados, as oportunidades provenientes de qualidades e ameaças derivadas das fraquezas.

Conhecimento financeiro
Depois do processo de autoconhecimento, é importante entender o quanto a educação financeira é essencial na sua vida. Esse é o momento de aprimorar conhecimentos técnicos sobre o mundo financeiro, usar planilhas, fazer cálculos e porcentagens, aprender sobre previsões e o básico sobre o mercado. Esse conhecimento pode parecer desnecessário, mas fará total diferença no momento de planejar metas de curto, médio e longo prazo, além de melhorar as tomadas de decisões sobre receitas e despesas.

Definição de objetivos
Chegamos no momento de definir os objetivos. Essa é uma etapa importante, pois dificilmente um planejamento financeiro terá sucesso caso não possua metas. Guardar dinheiro sem nenhuma justificativa pode te desmotivar e fazer com que haja desistência no meio do caminho, mas quando se tem um motivo que vale a pena, o resultado é bem mais satisfatório.
Para te ajudar a definir bem seus objetivos, faça uma planilha e escreva o que você realmente quer a curto, médio e longo prazo. Sempre olhe para ela como uma motivação.

Mudança de hábitos
Agora é o momento de iniciar a parte mais difícil de todo o processo, colocar a mão na massa! Depois de ter estudado e planejado, a mudança de hábitos no dia a dia pode ser complicada. Fazer com que as suas atitudes sejam coerentes com o planejamento é essencial para que tudo dê certo. Lembre-se de tudo que aprendeu sobre finanças e sempre olhe sua lista de objetivos, essa atitude te ajudará a manter o foco e disciplina.

Tudo certo para iniciar seu planejamento financeiro? Esperamos ter ajudado!

Se precisar de ajuda, também auxiliamos em finanças pessoais, é só entrar em contato.

Leia mais

Por que a contabilidade é essencial para associações?

As associações são entidades sem fins lucrativos ou econômicos. São iniciativas privadas, de utilidade pública, para benefício da população como um todo. As características básicas das associações são: não ter fins lucrativos ou econômicos, serem não-governamentais e terem sua formalização mediante o agrupamento de pessoas engajadas com um mesmo propósito ou ideia. As associações integram o que conhecemos como Terceiro Setor.

Infelizmente, nem todas as atividades desempenhadas por associações são formalizadas juridicamente. É muito comum, inclusive, as movimentações financeiras dessas entidades em contas pessoais dos seus associados, o que pode acarretar em sérios problemas com a Receita Federal. Para evitar problemas como esse, a formalização da associação é necessária, e se torna condição fundamental para o trabalho social desempenhado esteja de acordo com a lei.

Com o grande volume de associações no mercado e o aumento de demanda por serviços assistenciais, percebe-se o aumento da dificuldade, por essas associações, em captar doações, voluntários e insumos. Contudo com a formalização das associações e uma boa contabilidade é possível amenizar esse cenário e abrir portas para convênios, parcerias e outros. Com uma boa contabilidade é possível apresentar, aos possíveis doadores, elementos gerenciais e tributários em conformidade com a lei de forma que sintam segurança em apostar na causa da associação.

Fato é que a contabilidade é uma ferramenta essencial para todas as empresas e não pode ser diferente para as associações. Além do cumprimento obrigatório de questões burocráticas e legais, com uma contabilidade bem feita é possível demonstrar de forma transparente, segura e de fácil entendimento a prestação de contas da associação para o público que apoiou e a contribui diariamente para as atividades da associação.

Além disso, as associações possuem isenções tributárias, ou seja, elas não necessitam pagar alguns impostos que são pagos pelas empresas com fins lucrativos e econômicos. Entretanto, para que essa isenção ocorra, é necessário que a associação apresente pré-requisitos, alguns deles previstos na Constituição Federal. Dentre os pré-requisitos, os mais comuns são:

– Estar registrada, formalizada e inscrita no cadastro nacional de pessoas jurídicas;
– Possuir a contabilização de toda sua movimentação assistencial;
– Prestar serviços assistenciais de forma gratuita;
– Não remunerar seus dirigentes e associados;
– Atuar no trabalho voluntário.

Se você atua nessa causa nobre, de contribuição com o social e com um Brasil melhor, porém ainda não está formalizado ou necessita de apoio no cumprimento das obrigações fiscais, você pode contar com a Contabilidade Souza. Podemos te ajudar! Entre em contato.

Leia mais

Como começar a investir? Tipos de investimentos

Entrar para o mundo dos investimentos é uma ótima forma de construir um futuro financeiramente mais seguro. Mas, antes de começar, é necessário aprender quais as possibilidades existentes para não passar apertos futuramente.

Para iniciar, é necessário entender que é possível investir com pouco dinheiro. É de opinião popular que investimentos precisam ser de grandes valores, mas não é bem assim. Existem ações e títulos que podem ser comprados com apenas R$ 30,00.

O planejamento financeiro será o seu aliado. Antes de começar a colocar seu dinheiro nos títulos e ações, é preciso entender como está sua situação financeira, quais são suas dívidas, o dinheiro fixo que terá todo mês e quanto poderá investir. Entendendo isso, é possível classificar o seu perfil de investidor.

Para saber qual o seu perfil de investidor é necessário responder a duas perguntas essenciais: por quanto tempo deseja investir e qual a sua tolerância ao risco. Sabendo as respostas, é possível escolher qual o melhor tipo investimento para você. Mas, para escolher, é necessário conhecê-los.

Tipos de investimentos

Tesouro Direto: é um programa criado pelo Governo Federal que possibilita pessoas físicas negociarem títulos públicos de forma simples, online. Funciona como um empréstimo que você faz ao governo e ele te fornece o título de crédito que possui vencimento determinado. Chegado o prazo estabelecido, seu dinheiro é devolvido somado aos juros aplicados. Essa é uma das alternativas mais seguras de investimento.
CDB: esse é o Certificado de Depósito Bancário, uma alternativa semelhante ao Tesouro Direito. Nesse caso, os bancos emitem títulos para captar recursos. É como se você emprestasse dinheiro aos bancos e eles te devolvem no final juntamente com os juros.
LCI e LCA: assim como o CDB e o Tesouro direito, LCI e LCA são investimentos de renda fixa, ou seja, é possível prever a rentabilidade dos títulos antes de realizar a operação. Eles captam recursos para os setores do agronegócio e imobiliário. Além disso, possuem a vantagem de serem isentos de Imposto de Renda e IOF para pessoas físicas.
Ações de empresas: investir em empresas é aplicar dinheiro em uma fração do valor do negócio. Portanto, quando você investe, se torna sócio da organização. Diferente dos anteriores, esse investimento é de renda variável, pois o mercado de ações é volátil.
Fundos de Investimentos: é uma alternativa com maior risco. São fundos que reúnem o capital de várias pessoas (cotistas) para ser aplicado em um investimento. Nessa modalidade, você colocará seu capital sob responsabilidade do gestor de fundo, que será o responsável por realizar as aplicações e acompanhar o mercado.

Se interessou por investimentos? A Contabilidade Souza pode te ajudar!

Leia mais

Abertura de MEI: uma oportunidade ou necessidade na quarentena?

O número de microempreendedores individuais cresceu muito nos últimos anos no Brasil, como uma alternativa para pequenos empresários formalizarem seus serviços e conseguirem uma renda maior! Os principais setores são o da beleza, construção e vendas.

Mas, se antes a abertura do MEI era uma oportunidade de permanecer estável no mercado, hoje, com a nova crise do coronavírus, pode ter se tornado uma necessidade. E você deve estar se perguntando: Como? Afinal, o faturamento de pequenos negócios tende a cair com a quarentena. Porém, te convidamos a olhar o outro lado da situação!

O desemprego subiu consideravelmente nos últimos meses! Pequenas lojas foram obrigadas a fecharem, empresas mandaram dispensam equipes etc. Consequentemente, a oferta de emprego caiu e não possui previsão para voltar. Nesse cenário, as pessoas precisam se reinventar para conseguirem pagar suas contas e sustentarem suas famílias. Assim, tornar-se MEI pode ser a solução.
Para pessoas físicas, a criatividade é essencial para driblar a crise. É preciso pensar em diversas formas para conseguir a renda básica. Fabricação de máscaras (mesmo com preço popular), prestação de serviços como entregas, alimentação etc, são formas de se manter ativo nesse período e o MEI pode ser um aliado, já que sua manutenção é acessível e está de acordo com a formalidade. Com ele é possível receber uma renda maior sem ficar preso a um local, além de ter assegurado direitos como aposentadoria e auxílio-saúde.

Pequenos negócios também são beneficiados na modalidade MEI, já que podem buscar um faturamento mínimo e garantir a renda necessária para atravessar o momento de crise e manter a microempresa funcionando!

Além desses benefícios, quem é MEI pode receber o auxílio emergencial do governo durante os próximos três meses, feito para ajudar famílias e a manter a economia ativa.

Apesar de ser uma modalidade sem muitas burocracias, a contabilidade faz toda a diferença para o MEI, pois auxilia em:

– Analisar a saúde financeira da empresa
– Evitar erros em declarações
– Auxiliar nos processos de abertura do MEI

Se interessou? Precisa de ajuda?
A Contabilidade Souza te ajuda sem precisar sair de casa!

Leia mais

Finanças pessoais na quarentena! Seus hábitos mudaram?

A quarentena chegou pegando muitas pessoas de surpresa, o que gerou uma mudança de hábitos repentina e sem planejamento! As finanças pessoas talvez sejam as que mais sofreram impacto, pois os hábitos de compra mudaram completamente.
Boa parte da população foi obrigada a deixar o seu emprego ou afastar-se da sua ocupação por tempo indeterminado, o que ocasionou a falta de dinheiro e a busca de outros recursos para manter a qualidade de vida. Já a outra parte não perdeu o emprego, mas necessitou mudar o local de trabalho (home office), o que muda completamente a rotina e a forma de lidar com as compras diárias.
Para esses dois grupos, o planejamento das finanças pessoais pode ser uma ótima forma de se manter estável, evitar gastar desnecessariamente e até iniciar uma pequena poupança para emergências. Você sabe por onde começar?

Comece pelo básico: água, energia e gás
Os serviços essenciais devem continuar funcionando e tentar reduzir ao máximo seu custo já é uma forma de economia. Evite deixar luzes acesas desnecessariamente, tire um dia para lavar tudo que estiver sujo e prefira cozinhar em grandes quantidades. Assim você evita abusar nas contas básicas.

Compras
Prefira alimentos e mantimentos que tenham maior duração e opte por uma compra grande, para um mês ou quinze dias. Assim, é possível economizar e você ainda evita sair de casa.

Contas
No caso dos demais boletos, cartões de crédito etc. Evite gasto desnecessário e tente renegociar os valores com os credores. Explique a situação financeira que todo o país está passando.

Por fim, faça uma planilha de finanças
Ver todo o dinheiro que você possui, assim como todas as despesas que precisa pagar, ajuda a entender qual a sua real situação. Organize seus gastos e sempre que sobrar um dinheiro ao final do mês, deixe na poupança para momentos de emergência.

Organizar as finanças pessoais vai muito além de cuidar do dinheiro! O planejamento financeiro eficiente irá tirar boa parte das suas preocupações diárias, dando espaço para focar em outras questões, como a sua saúde física e emocional.

Conte com a Contabilidade Souza para te ajudar com as finanças!

Leia mais

Tenho moedas virtuais e agora leão?

Embora as criptomoedas (moedas virtuais) não sejam um bem ou direito regulamentado por lei específica, elas são uma realidade mundial. Atualmente existem diversas criptomoedas como Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Dogecoin, Aeon, entre outras.
As moedas virtuais permitem realizar compras e vendas online, podendo ser consideradas como um ativo financeiro e por isso devem ser declaradas na Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física.
Muitas dúvidas surgiram a respeito da necessidade de declarar ou não as moedas virtuais, contudo a Receita Federal esclareceu no manual de orientação ao preenchimento da declaração tais dúvidas.
Nesse sentido, é importante destacar que as moedas virtuais, embora não sejam consideradas como moeda nos termos do marco regulatório atual, devem ser declaradas na Ficha Bens e Direitos como “outros bens”, uma vez que podem ser equiparadas a um ativo financeiro. Elas devem ser declaradas pelo valor de aquisição.
É necessário atenção ao declarar tal ativo, pois como esse tipo de “moeda” não possui cotação oficial, uma vez que não há um órgão responsável pelo controle de sua emissão, não há uma regra legal de conversão dos valores para fins tributários. Entretanto, o contribuinte deverá guardar documentação que comprove a autenticidade desses valores.
Não é tão difícil declarar as moedas virtuais na Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física. Basta acessar o programa de preenchimento e envio da declaração, selecionar a ficha de bens e direitos e preencher conforme sugestão abaixo:

 

Outro ponto que deve ser levado em consideração é que na hipótese em que a moeda virtual tenha o valor de compra unitário superior a R$5.000,00 é obrigatório a declaração do bem, nos termos do art. 25, § 1º, inciso II da Lei Federal 9.250/95.
Além da declaração das moedas virtuais na ficha de bens e direitos, é necessário informar os ganhos obtidos com a alienação dessas moedas.
De acordo com a Receita Federal os ganhos obtidos com a alienação de moedas virtuais (bitcoins, por exemplo) cujo total alienado no mês seja superior a R$ 35.000,00 são tributados, a título de ganho de capital, segundo alíquotas progressivas estabelecidas em função do lucro, e o recolhimento do imposto sobre a renda deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao da transação.
É importante que o contribuinte guarde a documentação que comprove a autenticidade das operações, pelo prazo de no mínimo 5 (cinco) anos.
Neste contexto, atentando ao fato de que não há previsão legal para que as Exchanges efetuem a retenção do Imposto de Renda na Fonte (IRRF), é de inteira responsabilidade do contribuinte efetuar o cálculo e a declaração dos valores recebidos nas eventuais operações de alienação de moedas virtuais (com ou sem ganho de capital).

 

Tendo em vista que a moeda virtual (Bitcoin, Litecoin e outras) possui conteúdo econômico, é possível apurar ganho de capital sobre o eventual lucro. Estão sujeitas à apuração de ganho de capital as operações que importem:

 

I – alienação, a qualquer título, de bens ou direitos ou cessão ou promessa de cessão de direitos à sua aquisição, tais como as realizadas por compra e venda, permuta, adjudicação, dação em pagamento, procuração em causa própria, promessa de compra e venda, cessão de direitos ou promessa de cessão de direitos e contratos afins;
Desde 1º de janeiro de 2017, operações de alienação de bens e direitos de qualquer natureza passíveis de apuração de ganho de capital sujeitam-se às seguintes alíquotas:
I – 15% sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5.000.000,00;
II – 17,5% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5.000.000,00 e não ultrapassar R$ 10.000.000,00;
III – 20% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 10.000.000,00 e não ultrapassar R$ 30.000.000,00; e
IV – 22,5% sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30.000.000,00.
Na hipótese de alienação em partes do mesmo bem ou direito, a partir da segunda operação, desde que realizada até o final do ano-calendário seguinte ao da primeira operação, o ganho de capital deve ser somado aos ganhos auferidos nas operações anteriores, para fins de definição da alíquota aplicável, deduzindo-se o montante do imposto pago nas operações anteriores.

Ocorre que, até julho de 2019, as moedas virtuais não possuíam fácil rastreabilidade pela Receita Federal do Brasil, dessa forma o contribuinte omitia a declaração das moedas virtuais, mesmo com o risco de explicar os acréscimos patrimoniais em sua declaração de imposto de renda.
Entretanto, com a Instrução Normativa RFB nº 1.888, de 3 de maio de 2019, passou a ser obrigatório a prestação de informações relativas às operações realizadas com criptoativos (moedas virtuais) ao Fisco Federal, tanto por parte do contribuinte quanto por parte das Exchanges.
Dessa forma se torna mera ilusão acreditar que a Receita Federal não possui as evidências de movimentação de moedas virtuais pelos contribuintes e pelas Exchanges.
Por fim, ressalta-se a importância de se declarar os valores correspondentes às operações realizadas com criptoativos (moedas virtuais) na Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física para evitar problemas com o Leão. Na dúvida busque um profissional capacitado para auxiliar no preenchimento da declaração e cálculo dos ganhos de capital.

 

Autor: Marcos Miranda Souza

Leia mais
  • 1
  • 2
Fale com a Contabilidade Souza
Enviar