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Como declarar Bitcoin no Imposto de Renda

A utilização das moedas digitais pela população é cada vez mais comum. E não é por menos: o Bitcoin, a principal referência desse grupo, valorizou 700% em relação ao dólar no período de um ano. Com cada vez mais interessados, há a necessidade de se adaptar aos novos tempos.

No caso dos brasileiros que têm a moeda, uma dúvida comum sobre o tema é como declarar a posse do Bitcoin ao Imposto de Renda. Inclusive, a Receita Federal apresentou novos códigos para a declaração de criptomoeda neste ano, com o intuito de facilitar esse processo.

Regras para declaração

A declaração é obrigatória para todos os contribuintes que tinham criptomoedas ou criptoativos cujos valores de aquisição foram superiores a R$ 5 mil até 31/12/2020. Para a Receita, os criptoativos não são considerados ativos mobiliários nem moeda de curso legal nos termos do marco regulatório regente.

Contudo, eles podem ser equiparados a ativos financeiros sujeitos a ganho de capital. Portanto, a sua declaração deve acontecer pelo valor de aquisição na Ficha Bens e Direitos, seguindo os códigos determinados.

A Receita destaca que é importante que seja declarado o valor de aquisição dos criptoativos e não o seu valor atual, uma vez que declaração desconsidera as valorizações e desvalorizações deles.

Como declarar

Os contribuintes que auferiram lucros superiores a R$ 35 mil devem selecionar a ficha “Bens e direitos” no programa Imposto de Renda 2021. Nesta seção, os novos códigos irão aparecer. No caso do Bitcoin, o que deve ser selecionado é o “81 – Criptoativo Bitcoin (BTC).

Para outras criptomoedas, como Ether, Litecoin, Ripple, entre outros, o código será o “82 – Outros criptoativos, do tipo moeda digital (altcoins)”. Por fim, para os demais criptoativos que não são considerados moedas digitais mas são classificados como security tokens, é preciso escolher o código “89 – Demais Criptoativos”.

Após a seleção, o contribuinte deve detalhar o tipo e a quantidade do ativo que possui no campo “Discriminação”. As informações também devem incluir o nome e o CNPJ da empresa ou corretora onde o ativo está custodiado. Caso a custódia seja própria, é preciso informar o modelo de carteira digital usado.

Por fim, os contribuintes que tiveram lucros referentes às vendas mensais com valores inferiores a R$ 35 mil precisam informar essa movimentação na ficha “Rendimentos isentos e não tributáveis”. O lucro total no ano deve ser inserido no código “05 – Ganho de capital na alienação de bem”.

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Se você precisa de ajuda para declarar seus criptoativos ou tem outras dúvidas em relação ao Imposto de Renda, entre em contato com a gente! A Contabilidade Souza tem profissionais capacitados para orientá-lo nesse e outros assuntos sobre investimentos. Acesse: https://contabilidadesouza.com/contato/.

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Internacionalização para Micro e Pequenos Negócios – Por onde começar?

Uma das possibilidades mais viáveis para fazer um micro e pequeno negócio crescer de forma saudável é a internacionalização. Hoje, esse processo é possível graças a globalização e a ascensão das novas tecnologias, que permitem expandir suas fronteiras e conquistar um novo público.

E não pense que isso é possível apenas para grandes multinacionais. Empreendimentos menores também podem expandir o seu negócio com essa estratégia. No entanto, seus gestores se deparam com uma dúvida clássica: por onde começar?

Existem algumas atitudes que podem ser tomadas para tornar isso realidade em sua empresa. A primeira delas é acompanhar o mercado global e compreender como o Brasil está inserido dentro dele, sobretudo em relação a área do seu negócio.

Depois, procure começar a sua expansão por países que estejam próximos do Brasil economicamente. Informe-se sobre os acordos econômicos que o Brasil tem com o território que você pretende atuar e verifique se eles podem beneficiar o seu empreendimento. Também é bom checar se há alguma barreira comercial com a nação estrangeira, que podem ser tarifárias e dificultar a entrada do seu negócio. O ideal é escolher um local com mais vantagens e menos empecilhos.

Você também deve criar um planejamento estratégico específico de atuação no mercado estrangeiro, contendo todos os detalhes de como será a operação do seu negócio no país de destino. Para isso, você deve entender o contexto que estará inserido e deve traçar metas e objetivos claros, compreendendo que isso precisará ser adequado com mais frequência do que acontece no Brasil.

O desenvolvimento de novas habilidades também é fundamental para conseguir o sucesso no exterior. Estude e compreenda sobre temas que serão relevantes para a sua gestão, como novos idiomas, marketing e direito internacional, práticas aduaneiras e de negociação.

Por fim, lembre-se de que seu planejamento deve envolver um modelo de negócio internacional como off shore, licenciamento, franquias, joint venture. E que é preciso clareza em seus contratos com negócios do exterior, para que haja legitimidade e segurança nos empreendimentos que estão sendo feitos.

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Você sabe realizar o cálculo de horas extras?

Um dos pontos que qualquer trabalhador precisa prestar atenção é em relação ao pagamento de suas horas extras. Essa contagem é feita para todo momento que ele executa atividades laborais para além do tempo estipulado para sua jornada de trabalho em seu contrato.

No Brasil, o artigo 58 da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) define que a jornada de trabalho deve ser de no máximo 8 horas diárias e 44 semanais. Portanto, para qualquer tempo a mais, o trabalhador deve receber um valor extra. Mas como fazer esse cálculo?

O valor da hora extra é definido por lei como 50% maior do que o valor pago pela hora normal trabalhada. Para descobrir o valor da hora trabalhada, divida o seu salário por 220, que é o número de horas trabalhadas em um mês, em média. Por exemplo: quem recebe R$ 1760 ganha R$ 8 por hora trabalhada. A hora extra seria de 50% a mais do que esse valor, ou seja, R$ 12.

No caso de quem for fazer hora extra aos domingos e feriados, o cálculo apresenta uma mudança: a hora extraordinária será de 100% do valor da hora normal, ou seja, o dobro do que a pessoa recebe. No caso do exemplo do parágrafo acima, o trabalhador deveria receber R$ 16 por hora trabalhada nessas condições. Esse cálculo não deve ser utilizado para o sábado, uma vez que ele ainda é considerado como dia útil, devendo atender à regra anterior.

Já quem trabalha em período noturno recebe, além do salário normal, um adicional noturno de 20%. Portanto, o cálculo simples, de 50% a mais da hora trabalhada, deve ser feito considerando o salário base e esse adicional, ainda sem contar acréscimos e descontos. No caso do trabalhador que recebe R$ 1760, o adicional noturno levaria seus vencimentos para R$ 2112. Aqui, a hora trabalhada teria o valor de R$ 9,60 e a hora extra de R$ 14,40.

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Veja como ter uma empresa mais produtiva

É o sonho de todo empresário ter uma empresa mais funcional e sustentável, para isso, muitos ficam em busca de processos, tecnologias e soluções que ajudem a torná-la mais produtiva, já que no dia a dia, as coisas costumam ser mais aceleradas, cheia de tarefas e demandas que envolvem diferentes tipos de pessoas.

Por esse motivo, para te ajudar, separamos algumas dicas de como tornar sua empresa mais produtiva e você conseguir entregar os melhores resultados!

Torne os processos mais simples
Uma rotina mais simplificada é a melhor forma de fazer sua empresa ser mais produtiva. Não tem porquê deixar os processos mais complexos e engessados, que demandam mais tempo, dinheiro e esforço de todos para que deem certo. Tente focar em deixar sua empresa cada vez mais ágil.

Use a tecnologia a seu favor
Hoje me dia, é quase impossível ser totalmente produtivo sem ter a ajuda de tecnologias digitais que facilitam muito a gestão de processos. Existem softwares para qualquer tipo de demanda para empresas de diversos segmentos. Com essas soluções, é possível acompanhar todos os movimentos e dados do seu negócio em tempo real.

Deixe a gestão financeira mais simples
Quando você simplifica a gestão financeira, todo o esforço e tempo que eram dedicados a esta demanda, podem ser voltados para outras funções. Busque por soluções que integram toda a papelada e que resolvam as questões burocráticas de forma prática. Você pode contar com a ajuda da Contabilidade Souza para essa demanda!

Foque na autonomia e liderança dos seus funcionários
Tornas as pessoas e equipes mais autônomas e incentivar a liderança pessoal em cada função é uma das melhores formas de tornar todo o processo mais produtivo. Quando o funcionário se torna autônomo de suas funções e sabe tomar suas próprias decisões, as operações são resolvidas com muito mais facilidade e competência.

Que tal começar a implementar hoje mesmo uma rotina mais produtiva?

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Qual a diferença entre lucratividade e rentabilidade?

Sim, existe diferença entre as duas e quando a compreensão desses conceitos não está clara, os resultados do seu negócio podem ficar mascarados e afetar a gestão de finanças. Existe um ponto em comum entre a lucratividade e a rentabilidade: as duas estão relacionadas com o lucro líquido da sua empresa, mas possuem funções diferentes. Vamos entender?

Lucratividade é um indicador que vai mostrar o quanto seu negócio efetivamente ganhou em relação a tudo que recebeu.

Para exemplificar melhor: o valor de um produto vendido pela sua empresa não vai totalmente para o seu negócio, é preciso tirar os custos de mão de obra, estrutura, fabricação/compra, impostos etc. Esse valor que “sobra” é o lucro líquido que é destinado para os sócios e acionistas. A lucratividade é a relação entre o valor do lucro líquido e o valor das vendas em percentual, ou seja, os ganhos da empresa comparados ao seu faturamento. É uma medida percentual que revela se a empresa consegue cobrir os custos e ainda gerar um bom percentual de lucro com as vendas.

A rentabilidade tem a ver com o investimento inicial do negócio e em quanto de retorno ele é capaz de proporcionar. É possível mensurar quanto a empresa rendeu a partir do investimento inicial realizado para abrir o negócio. É aí que entra a rentabilidade, calculando com base na relação entre lucro líquido e os investimentos realizados pela empresa. Nessa caso, pode-se fazer esse cálculo com o lucro líquido total e a soma de investimentos de um período ou com investimentos pontuais.

Deu para perceber a diferença entre esses dois termos? A lucratividade compara o lucro final da empresa com faturamento das vendas e a rentabilidade compara o lucro final com os investimentos realizados. Os dois conceitos usam o lucro líquido, mas possuem finalidades totalmente diferentes, mas igualmente importantes para o seu negócio!

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Quando alterar o regime de tributação?

No momento em que você abre um negócio, um dos pontos principais que serão avaliados é o regime de tributação, que irá definir onde a sua empresa se encaixa para pagar os impostos. Para isso, diversos pontos são avaliados, como atividade-fim a ser exercida, previsão de faturamentos, estrutura, mercados a serem explorados etc. Hoje, existem três tipos de regime, que são o Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido.

O regime fiscal diz muito sobre a dinâmica do seu empreendimento e conforme ele vai crescendo, mudando as atividades e obtendo maiores lucros, vai chegando o momento de revisar o regime de tributação para que a sua empresa não corra o risco de ser multada.

Essa mudança pode ser voluntária ou obrigatória, dependendo de cada situação. São várias as razões que justificam uma alteração de regime de tributação, mas a principal é a busca pela redução da carga tributária, comum entre as empresas, principalmente por estarmos situados no país que possui um dos sistemas tributários mais complexos e caros do mundo.

Mas, como é feita a alteração do regime?

Bem, essa alteração deve ser feita por um contador que já possui um entendimento amplo sobre o assunto, ficando responsável por cancelar a opção do regime atual e aderir ao novo. Essa mudança só pode ser realizada no início de cada ano fiscal, dentro dos prazos divulgados pela Receita Federal.

Para as empresas que querem entrar ou sair do Simples Nacional, o processo é feito pelo portal oficial. No Lucro Real e Lucro Presumido, a opção é feita por meio do pagamento da quota correspondente no DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) no início do ano-calendário.

As empresas só serão obrigadas a mudar o regime nas seguintes situações:

Quando há excesso de receita bruta no Simples Nacional
Para as empresas que estão no regime tributário Simples Nacional, a alteração é obrigatória se a receita bruta ultrapassar o limite de R$ 4,8 milhões ao ano, conforme é previsto na lei.

Excesso de receita no Lucro Presumido
Outra situação em que a empresa é obrigada a alterar o regime é quando a receita ultrapassa o limite de R$ 78 milhões do Lucro Presumido. Se o aumento é temporário, não é preciso alterar o regime, mas, se for permanente, a organização deverá recolher impostos pelo Lucro Real a partir do ano seguinte automaticamente.

Já está na hora da sua empresa alterar o regime de tributação? Conte com a Contabilidade Souza para te ajudar!

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Você sabe quais são as obrigações acessórias do seu negócio?

É verdade que com o passar dos anos, a contabilidade se modernizou bastante, tornando-se uma peça fundamental para os donos de empresas oferecendo indicadores e relatórios que facilitam a previsão para o futuro e a tomada de decisões. Porém, uma rotina básica da contabilidade ainda continua sendo essencial, a escrituração e envio de declarações fiscais, também conhecidas como obrigações principais e obrigações acessórias. Elas são muito importantes para qualquer empreendimento, pois o sucesso de uma empresa está diretamente ligado ao cumprimento de todas as exigências legais.

Dito isso, é importante saber o que são essas obrigações e em qual delas o seu negócio se encaixa. Vamos entender?

Existem muitas empresas no Brasil e todas elas precisam ser acompanhadas pela Receita Federal e demais órgãos reguladores. Para facilitar essa atividade, o fisco separou as obrigações em principais e acessórias, otimizando o controle fiscal.

Toda atividade empresarial cria um fato gerador. É esse fato que determinará quais declarações e impostos a empresa precisará pagar. Em outras palavras, os tributos a serem pagos estão diretamente ligados ao tipo de empresa e ao enquadramento tributário dela. Os principais regimes fiscais são Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Você sabe em qual desses os seu negócio se encaixa?

Simples Nacional
Surgiu com o intuito de otimizar e reduzir a burocracia para pequenos empreendedores, diminuindo o número de obrigações acessórias. O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é considerado a obrigação principal do Simples Nacional, pois é por meio dele que todos os impostos fiscais são arrecadados.

Lucro Presumido
Essa é a forma mais generalista de tributação, ideal para as empresas em que o Lucro Estimado seja maior que as presunções e que não haja um grande volume de custos para o abatimento dos impostos. O Lucro Presumido utiliza da sistemática cumulativa para fins de apuração dos impostos de PIS e COFINS, porém, o número de obrigações acessórias é maior em relação ao Simples Nacional.

Lucro Real
Esse é o modelo de tributação mais complexo que existe, pois necessita de um controle rígido de escrituração. Possui uma grande vantagem do Lucro Real, permitindo o aproveitamento de possíveis prejuízos contábeis. Mas, com relação as obrigações acessórias, suas necessidades são maiores, exigindo todas as obrigações do Lucro Presumido e mais algumas específicas.

 

Você quer entender mais sobre as obrigações fiscais do seu negócio? Entre em contato com a Contabilidade Souza para te ajudarmos!

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Ticket médio: o que é, como calcular e de que maneira aumentá-lo

O que é o ticket médio?
É o valor médio das vendas de um período. Ele é um indicador de desemprenho que mostra o quanto sua empresa tem conseguido fechar negócios vantajosos. Além disso, você consegue a partir dele, descobrir quanto fatura por cliente.

Como calcular?
Para realizar esse cálculo é bem simples, basta dividir o faturamento total pelo número de vendas do período. É possível calcular o ticket médio de determinado produto, serviço ou categoria, conforme a necessidade da empresa. São quatro passos para descobrir esse valor, confira:
– Primeiro, considere um período, que pode ser um dia, uma semana ou um mês
– Depois, verifique quantos clientes foram atendidos e o valor registrado em vendas
– Por fim, divida esse valor pelos clientes
– Pronto: temos o ticket médio para o período avaliado.

Essa métrica é de extrema importância, pois fornece informações valiosas para o planejamento de vendas e melhoria dos resultados. É importante ressaltar que o ticket médio varia de acordo com a empresa e que o histórico e os custos que cada venda geram afetam no resultado final.

Como aumentar o ticket médio?
Aumentá-lo se relaciona com o crescimento do faturamento e a otimização dos recursos da empresa. Com um ticket médio mais alto, o Retorno Sobre o Investimento (ROI) de Marketing e Vendas também aumenta.
Para isso acontecer, há algumas formas de impulsionar o crescimento, confira:

– Invista em treinamento, tendo vendedores afiados
– Capriche no atendimento
– Amplie as possibilidades de compra
– Estimule a recompra
– Faça promoções e ofereça descontos.

Tem um empreendimento e busca por uma empresa de contabilidade atenciosa e responsável? Entre em contato com a Contabilidade Souza.

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Inadimplência alta? Dicas de como realizar cobranças em seu negócio

Lidar com clientes inadimplentes não é fácil e requer muito cuidado. Confira dicas de como entrar em contato com o cliente devedor sem acionar o jurídico, com objetividade e empatia.

1. Não deixe de cobrar
Não precisa ter medo de fazer cobranças, pois assim como o consumidor tem direitos na hora da compra, a empresa também tem respaldo para receber. A falta de pagamento atrapalha todo o funcionamento da organização, principalmente na contabilidade. Cobre de uma forma clara, sucinta e discreta.

2. Sempre notifique o cliente inadimplente
Avise seu cliente de forma objetiva. Pode ser pelo celular, e-mail, carta ou outro recurso que a empresa desejar. É importante deixar as informações transparentese informar, de tempos em tempos, sobre a dívida em aberto.

3. Tenha uma equipe treinada para tratar do assunto
Quem irá realizar a cobrança provavelmente será uma equipe. Ela deve ser treinada sobre os protocolos de atendimento sobre essas situações para evitar ameaças e erros passíveis de processo. É imprescindível que o time de cobrança siga o Código de Defesa do Consumidor. Caso não seja possível realizar um acordo de forma cordial, além dos órgãos de proteção ao crédito, é possível recorrer a um serviço especializado de cobrança.

4. Tenha várias opções de pagamento
Oferecer opções variadas de pagamento para a resolução da dívida é uma das formas mais eficazes para lidar com clientes inadimplentes. Dar descontos para a quitação integral, financiamento através do banco, parcelamento com juros justos da dívida facilita que o cliente pague.

5. Possua um sistema de cadastro
Ter o controle dos seus clientes é muito importante para identificar pagadores e inadimplentes. A partir desses dados, é possível elaborar ofertas e melhorar as condições, além de evitar falhas de pagamento. Há ferramentas que automatizam esses processos ou também pode se recorrer a planilhas no Excel para ter esse controle.

Para ter mais segurança e controle nos processos contábeis, conte com a Contabilidade Souza.

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Minha empresa está crescendo, como fica a contabilidade?

Muitas vezes, quando uma empresa é muito pequena, o empreendedor deixa de realizar algumas questões contábeis por achar que não irá afetar seu negócio. Essa atitude está errada! Não é apenas quando seu empreendimento está crescendo que será necessário buscar uma contabilidade, é preciso investir nessa área desde o início para que não tenha problemas futuros.

Após o puxão de orelha, é hora de se preparar para os trabalhos que uma contabilidade demanda:

**Rotina**
É importante pensar na saúde e efetividade da relação da contabilidade com o seu negócio, que irá depender da rotina e como você organiza suas questões diárias. Muitas vezes, toda a organização contábil da empresa é deixada nas mãos do contador, mas para isso, o empreendedor precisará suprir o profissional de documentos ao longo do mês.

**Organização**
É preciso lembrar de sempre organizar todo o histórico e registro das informações trocadas, além dos lembretes de pagamento. Importante deixar todas as informações concentradas em apenas um só lugar e arquivadas em locais seguros e de fácil acesso.

**Controle de todos os fluxos**
Fluxo de caixa, estoque e outros que sua empresa demanda, precisam estar em dia. Pois, com dados atualizados e disponíveis, a contabilidade pode trabalhar com análises mais detalhadas e realizar um planejamento completo para o crescimento da sua empresa.

**Defina um orçamento anual**
A gestão de orçamentos tem o propósito de antecipar como serão aplicados os recursos de uma empresa em um determinado período, parte muito importante para que a contabilidade possa realizar seu trabalho. O orçamento deve ter os gastos divididos por cada área da empresa, trabalhar com diferentes cenários e prever uma margem de segurança para cobrir possíveis imprevistos.

Agora, só falta chamar uma contabilidade para te ajudar a crescer ainda mais. Você pode contar com os serviços da Contabilidade Souza, inclusive para organizar os tópicos acima!

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