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Posts by marcos

Entenda qual é a importância da legalização da sua empresa

O trabalho informal é uma realidade para muitos comércios e prestadores de serviço no Brasil. Muitos acreditam que não estar devidamente em dia com a Receita Federal acaba sendo mais econômico e vantajoso, principalmente para quem está começando.

No entanto, a história não é bem assim. Não se regularizar perante à Receita pode acabar enrolando o seu empreendimento em uma situação contábil e fiscal difícil de ser resolvida. Isso sem contar outros problemas ligados à falta da devida regularização.

Mas o que é a legalização de empresa?

A Legalização de Empresas é a regulamentação das operações do seu empreendimento, assim como da forma de tributação e das atividades exercidas por ele. Isso leva em conta a uma série de processos que precisam ser cumpridos.

Com isso, o governo e a Receita Federal têm mais conhecimento sobre atividades da sua empresa e os impostos que devem ser pagos, além de ter uma garantia sobre os produtos comercializados ou serviços prestados.

E quais as vantagens da regularização?

• Conseguir empréstimos e financiamento;
• Contratação de funcionários;
• Obtenção de CNPJ;
• Vender produtos ou prestar serviços para órgãos públicos por meio de licitações;
• Emitir notas fiscais;
• Assegurar o direito à Previdência Social.

Além desses benefícios, a gestão do empreendimento como um todo também é facilitada e torna-se mais eficiente, já que a formalização facilita questões operacionais, administrativas e de marketing.

Como legalizar uma empresa?

O processo como um todo dura cerca de 80 dias, mas depende bastante das exigências de cada região e do segmento que você atua.

• Elaboração do contrato social ou estatuto;
• Definição da CNAE;
• Obtenção do CNPJ com a Receita Federal;
• Registro no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas ou na Junta Comercial do seu estado;
• Inscrição estadual;
• Obtenção do alvará de localização e funcionamento;
• Registro no INSS

Por que pedir auxílio de uma assessoria contábil?

A presença de uma contabilidade para acompanhar esse processo livra você de burocracias e garante que todas as inscrições e registros em órgãos públicos sejam feitos corretamente.

Esse serviço ainda o auxilia na gestão financeira e planejamento tributário. Isso é capaz de reduzir o valor dos impostos cobrados e outros tributos, além de permitir a adesão de incentivos fiscais com segurança.

Por fim, a assessoria proporciona garantia de conformidade nas áreas fiscal e trabalhista, suporte na precificação de produtos e planejamento estratégico e amparo jurídico para quando você precisar.

Conte com a Contabilidade Souza

A Contabilidade Souza atua na assessoria à regularização de empresas juntos aos órgãos legais. Seja para a etapa de constituição de empresas, seja no encerramento ou reorganização societária.

Acesse e entenda como podemos ajudá-lo.

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Você sabe como calcular os índices de liquidez do seu negócio?

Um dos aspectos que todo empreendedor deve dominar para fazer a boa gestão do seu negócio são os tipos de liquidez. Esses índices demonstram a real situação de crédito da empresa, avaliando vários casos e aplicações.

Em suma, a liquidez é a facilidade com qual um ativo pode ser convertido em dinheiro. As informações para fazer os cálculos dos índices se encontram no balanço patrimonial da empresa, que inclui dados do seu ativo e passivo.

Quais os principais indicadores?
Existem quatro indicadores principais que você precisa estar atento. Abaixo, conheça os detalhes sobre eles e como calculá-los.

Liquidez corrente
Também chamado de liquidez comum, esse é o indicador responsável por medir a capacidade de sua empresa em cumprir os pagamentos necessários em um curto período de tempo. Ele compreende a maioria dos pagamentos de um empreendimento, sendo um indicativo do fluxo de caixa atual.

Ele é calculado dividindo-se o ativo circulante do negócio, como dinheiro em caixa e os estoques, pelo passivo circulante, que são as dívidas de curto prazo como impostos, fornecedores e empréstimos. O interessante é que essa conta sempre dê um resultado acima de 1, já que isso mostra que o ativo circulante é capaz de pagar todas as dívidas de curto prazo. Se a conta for inferior a 1, é sinal que seu negócio não tem como pagar todas as dívidas nesse período próximo.

Liquidez seca
Esse tipo de liquidez se parece com a corrente. A diferença é os dados do estoque não são computados no cálculo, uma vez que ele representa ativos que não estão atrelados ao seu patrimônio. Portanto, o valor da liquidez seca sempre será igual ou menor ao da corrente. Esse índice é importante para mostrar o valor real da liquidez do seu empreendimento.

O cálculo é quase idêntico, com a liquidez seca sendo o resultado da divisão do ativo circulante, subtraindo o estoque, pelo passivo circulante. O resultado fica próximo ao da liquidez corrente, mas se ele for superior a 0,9, considera-se que a empresa tem alta liquidez.

Liquidez imediata
Um índice que é mais conservador e fica limitado ao caixa, saldos bancários e investimentos de curto prazo. Ele possibilita verificar situações de curtíssimo prazo, não considerando estoque, contas a receber e demais valores de entrada. Esse cálculo representa a capacidade da empresa de lidar com situações emergenciais financeiras e certificar-se que há condições para lidar com imprevistos, sem grandes prejuízos.

Assim, o seu cálculo é dividindo a disponibilidade desse dinheiro pelo passivo circulante. Um valor muito elevado indica uma abundância quantidade de liquidez. No entanto, isso também pode considerando como um montante desnecessário, já que ele pode ser investido de outras formas em seu negócio.

Liquidez geral
Por fim, o último tipo de liquidez compreende todos os ativos da empresa, incluindo os de médio e longo prazo. O seu cálculo leva em consideração as obrigações e pendências dos próximos 12 meses, incluindo aplicações de longo prazo, empréstimo e vendas parceladas. Esse indicador é ótimo para medir a capacidade do empreendimento de realizar um investimento, analisando como ele pode gerar renda.

O seu resultado é a divisão do ativo circulante mais realizável em longo prazo pela soma do passivo circulante mais as obrigações de longo prazo. Como nos demais casos, quanto maior for esse índice, melhor a liquidez da empresa entre os períodos.

Conte com a Contabilidade Souza
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Como declarar Bitcoin no Imposto de Renda

A utilização das moedas digitais pela população é cada vez mais comum. E não é por menos: o Bitcoin, a principal referência desse grupo, valorizou 700% em relação ao dólar no período de um ano. Com cada vez mais interessados, há a necessidade de se adaptar aos novos tempos.

No caso dos brasileiros que têm a moeda, uma dúvida comum sobre o tema é como declarar a posse do Bitcoin ao Imposto de Renda. Inclusive, a Receita Federal apresentou novos códigos para a declaração de criptomoeda neste ano, com o intuito de facilitar esse processo.

Regras para declaração

A declaração é obrigatória para todos os contribuintes que tinham criptomoedas ou criptoativos cujos valores de aquisição foram superiores a R$ 5 mil até 31/12/2020. Para a Receita, os criptoativos não são considerados ativos mobiliários nem moeda de curso legal nos termos do marco regulatório regente.

Contudo, eles podem ser equiparados a ativos financeiros sujeitos a ganho de capital. Portanto, a sua declaração deve acontecer pelo valor de aquisição na Ficha Bens e Direitos, seguindo os códigos determinados.

A Receita destaca que é importante que seja declarado o valor de aquisição dos criptoativos e não o seu valor atual, uma vez que declaração desconsidera as valorizações e desvalorizações deles.

Como declarar

Os contribuintes que auferiram lucros superiores a R$ 35 mil devem selecionar a ficha “Bens e direitos” no programa Imposto de Renda 2021. Nesta seção, os novos códigos irão aparecer. No caso do Bitcoin, o que deve ser selecionado é o “81 – Criptoativo Bitcoin (BTC).

Para outras criptomoedas, como Ether, Litecoin, Ripple, entre outros, o código será o “82 – Outros criptoativos, do tipo moeda digital (altcoins)”. Por fim, para os demais criptoativos que não são considerados moedas digitais mas são classificados como security tokens, é preciso escolher o código “89 – Demais Criptoativos”.

Após a seleção, o contribuinte deve detalhar o tipo e a quantidade do ativo que possui no campo “Discriminação”. As informações também devem incluir o nome e o CNPJ da empresa ou corretora onde o ativo está custodiado. Caso a custódia seja própria, é preciso informar o modelo de carteira digital usado.

Por fim, os contribuintes que tiveram lucros referentes às vendas mensais com valores inferiores a R$ 35 mil precisam informar essa movimentação na ficha “Rendimentos isentos e não tributáveis”. O lucro total no ano deve ser inserido no código “05 – Ganho de capital na alienação de bem”.

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Internacionalização para Micro e Pequenos Negócios – Por onde começar?

Uma das possibilidades mais viáveis para fazer um micro e pequeno negócio crescer de forma saudável é a internacionalização. Hoje, esse processo é possível graças a globalização e a ascensão das novas tecnologias, que permitem expandir suas fronteiras e conquistar um novo público.

E não pense que isso é possível apenas para grandes multinacionais. Empreendimentos menores também podem expandir o seu negócio com essa estratégia. No entanto, seus gestores se deparam com uma dúvida clássica: por onde começar?

Existem algumas atitudes que podem ser tomadas para tornar isso realidade em sua empresa. A primeira delas é acompanhar o mercado global e compreender como o Brasil está inserido dentro dele, sobretudo em relação a área do seu negócio.

Depois, procure começar a sua expansão por países que estejam próximos do Brasil economicamente. Informe-se sobre os acordos econômicos que o Brasil tem com o território que você pretende atuar e verifique se eles podem beneficiar o seu empreendimento. Também é bom checar se há alguma barreira comercial com a nação estrangeira, que podem ser tarifárias e dificultar a entrada do seu negócio. O ideal é escolher um local com mais vantagens e menos empecilhos.

Você também deve criar um planejamento estratégico específico de atuação no mercado estrangeiro, contendo todos os detalhes de como será a operação do seu negócio no país de destino. Para isso, você deve entender o contexto que estará inserido e deve traçar metas e objetivos claros, compreendendo que isso precisará ser adequado com mais frequência do que acontece no Brasil.

O desenvolvimento de novas habilidades também é fundamental para conseguir o sucesso no exterior. Estude e compreenda sobre temas que serão relevantes para a sua gestão, como novos idiomas, marketing e direito internacional, práticas aduaneiras e de negociação.

Por fim, lembre-se de que seu planejamento deve envolver um modelo de negócio internacional como off shore, licenciamento, franquias, joint venture. E que é preciso clareza em seus contratos com negócios do exterior, para que haja legitimidade e segurança nos empreendimentos que estão sendo feitos.

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Você sabe realizar o cálculo de horas extras?

Um dos pontos que qualquer trabalhador precisa prestar atenção é em relação ao pagamento de suas horas extras. Essa contagem é feita para todo momento que ele executa atividades laborais para além do tempo estipulado para sua jornada de trabalho em seu contrato.

No Brasil, o artigo 58 da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) define que a jornada de trabalho deve ser de no máximo 8 horas diárias e 44 semanais. Portanto, para qualquer tempo a mais, o trabalhador deve receber um valor extra. Mas como fazer esse cálculo?

O valor da hora extra é definido por lei como 50% maior do que o valor pago pela hora normal trabalhada. Para descobrir o valor da hora trabalhada, divida o seu salário por 220, que é o número de horas trabalhadas em um mês, em média. Por exemplo: quem recebe R$ 1760 ganha R$ 8 por hora trabalhada. A hora extra seria de 50% a mais do que esse valor, ou seja, R$ 12.

No caso de quem for fazer hora extra aos domingos e feriados, o cálculo apresenta uma mudança: a hora extraordinária será de 100% do valor da hora normal, ou seja, o dobro do que a pessoa recebe. No caso do exemplo do parágrafo acima, o trabalhador deveria receber R$ 16 por hora trabalhada nessas condições. Esse cálculo não deve ser utilizado para o sábado, uma vez que ele ainda é considerado como dia útil, devendo atender à regra anterior.

Já quem trabalha em período noturno recebe, além do salário normal, um adicional noturno de 20%. Portanto, o cálculo simples, de 50% a mais da hora trabalhada, deve ser feito considerando o salário base e esse adicional, ainda sem contar acréscimos e descontos. No caso do trabalhador que recebe R$ 1760, o adicional noturno levaria seus vencimentos para R$ 2112. Aqui, a hora trabalhada teria o valor de R$ 9,60 e a hora extra de R$ 14,40.

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Veja como ter uma empresa mais produtiva

É o sonho de todo empresário ter uma empresa mais funcional e sustentável, para isso, muitos ficam em busca de processos, tecnologias e soluções que ajudem a torná-la mais produtiva, já que no dia a dia, as coisas costumam ser mais aceleradas, cheia de tarefas e demandas que envolvem diferentes tipos de pessoas.

Por esse motivo, para te ajudar, separamos algumas dicas de como tornar sua empresa mais produtiva e você conseguir entregar os melhores resultados!

Torne os processos mais simples
Uma rotina mais simplificada é a melhor forma de fazer sua empresa ser mais produtiva. Não tem porquê deixar os processos mais complexos e engessados, que demandam mais tempo, dinheiro e esforço de todos para que deem certo. Tente focar em deixar sua empresa cada vez mais ágil.

Use a tecnologia a seu favor
Hoje me dia, é quase impossível ser totalmente produtivo sem ter a ajuda de tecnologias digitais que facilitam muito a gestão de processos. Existem softwares para qualquer tipo de demanda para empresas de diversos segmentos. Com essas soluções, é possível acompanhar todos os movimentos e dados do seu negócio em tempo real.

Deixe a gestão financeira mais simples
Quando você simplifica a gestão financeira, todo o esforço e tempo que eram dedicados a esta demanda, podem ser voltados para outras funções. Busque por soluções que integram toda a papelada e que resolvam as questões burocráticas de forma prática. Você pode contar com a ajuda da Contabilidade Souza para essa demanda!

Foque na autonomia e liderança dos seus funcionários
Tornas as pessoas e equipes mais autônomas e incentivar a liderança pessoal em cada função é uma das melhores formas de tornar todo o processo mais produtivo. Quando o funcionário se torna autônomo de suas funções e sabe tomar suas próprias decisões, as operações são resolvidas com muito mais facilidade e competência.

Que tal começar a implementar hoje mesmo uma rotina mais produtiva?

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Qual a diferença entre lucratividade e rentabilidade?

Sim, existe diferença entre as duas e quando a compreensão desses conceitos não está clara, os resultados do seu negócio podem ficar mascarados e afetar a gestão de finanças. Existe um ponto em comum entre a lucratividade e a rentabilidade: as duas estão relacionadas com o lucro líquido da sua empresa, mas possuem funções diferentes. Vamos entender?

Lucratividade é um indicador que vai mostrar o quanto seu negócio efetivamente ganhou em relação a tudo que recebeu.

Para exemplificar melhor: o valor de um produto vendido pela sua empresa não vai totalmente para o seu negócio, é preciso tirar os custos de mão de obra, estrutura, fabricação/compra, impostos etc. Esse valor que “sobra” é o lucro líquido que é destinado para os sócios e acionistas. A lucratividade é a relação entre o valor do lucro líquido e o valor das vendas em percentual, ou seja, os ganhos da empresa comparados ao seu faturamento. É uma medida percentual que revela se a empresa consegue cobrir os custos e ainda gerar um bom percentual de lucro com as vendas.

A rentabilidade tem a ver com o investimento inicial do negócio e em quanto de retorno ele é capaz de proporcionar. É possível mensurar quanto a empresa rendeu a partir do investimento inicial realizado para abrir o negócio. É aí que entra a rentabilidade, calculando com base na relação entre lucro líquido e os investimentos realizados pela empresa. Nessa caso, pode-se fazer esse cálculo com o lucro líquido total e a soma de investimentos de um período ou com investimentos pontuais.

Deu para perceber a diferença entre esses dois termos? A lucratividade compara o lucro final da empresa com faturamento das vendas e a rentabilidade compara o lucro final com os investimentos realizados. Os dois conceitos usam o lucro líquido, mas possuem finalidades totalmente diferentes, mas igualmente importantes para o seu negócio!

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Quando alterar o regime de tributação?

No momento em que você abre um negócio, um dos pontos principais que serão avaliados é o regime de tributação, que irá definir onde a sua empresa se encaixa para pagar os impostos. Para isso, diversos pontos são avaliados, como atividade-fim a ser exercida, previsão de faturamentos, estrutura, mercados a serem explorados etc. Hoje, existem três tipos de regime, que são o Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido.

O regime fiscal diz muito sobre a dinâmica do seu empreendimento e conforme ele vai crescendo, mudando as atividades e obtendo maiores lucros, vai chegando o momento de revisar o regime de tributação para que a sua empresa não corra o risco de ser multada.

Essa mudança pode ser voluntária ou obrigatória, dependendo de cada situação. São várias as razões que justificam uma alteração de regime de tributação, mas a principal é a busca pela redução da carga tributária, comum entre as empresas, principalmente por estarmos situados no país que possui um dos sistemas tributários mais complexos e caros do mundo.

Mas, como é feita a alteração do regime?

Bem, essa alteração deve ser feita por um contador que já possui um entendimento amplo sobre o assunto, ficando responsável por cancelar a opção do regime atual e aderir ao novo. Essa mudança só pode ser realizada no início de cada ano fiscal, dentro dos prazos divulgados pela Receita Federal.

Para as empresas que querem entrar ou sair do Simples Nacional, o processo é feito pelo portal oficial. No Lucro Real e Lucro Presumido, a opção é feita por meio do pagamento da quota correspondente no DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) no início do ano-calendário.

As empresas só serão obrigadas a mudar o regime nas seguintes situações:

Quando há excesso de receita bruta no Simples Nacional
Para as empresas que estão no regime tributário Simples Nacional, a alteração é obrigatória se a receita bruta ultrapassar o limite de R$ 4,8 milhões ao ano, conforme é previsto na lei.

Excesso de receita no Lucro Presumido
Outra situação em que a empresa é obrigada a alterar o regime é quando a receita ultrapassa o limite de R$ 78 milhões do Lucro Presumido. Se o aumento é temporário, não é preciso alterar o regime, mas, se for permanente, a organização deverá recolher impostos pelo Lucro Real a partir do ano seguinte automaticamente.

Já está na hora da sua empresa alterar o regime de tributação? Conte com a Contabilidade Souza para te ajudar!

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Você sabe quais são as obrigações acessórias do seu negócio?

É verdade que com o passar dos anos, a contabilidade se modernizou bastante, tornando-se uma peça fundamental para os donos de empresas oferecendo indicadores e relatórios que facilitam a previsão para o futuro e a tomada de decisões. Porém, uma rotina básica da contabilidade ainda continua sendo essencial, a escrituração e envio de declarações fiscais, também conhecidas como obrigações principais e obrigações acessórias. Elas são muito importantes para qualquer empreendimento, pois o sucesso de uma empresa está diretamente ligado ao cumprimento de todas as exigências legais.

Dito isso, é importante saber o que são essas obrigações e em qual delas o seu negócio se encaixa. Vamos entender?

Existem muitas empresas no Brasil e todas elas precisam ser acompanhadas pela Receita Federal e demais órgãos reguladores. Para facilitar essa atividade, o fisco separou as obrigações em principais e acessórias, otimizando o controle fiscal.

Toda atividade empresarial cria um fato gerador. É esse fato que determinará quais declarações e impostos a empresa precisará pagar. Em outras palavras, os tributos a serem pagos estão diretamente ligados ao tipo de empresa e ao enquadramento tributário dela. Os principais regimes fiscais são Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Você sabe em qual desses os seu negócio se encaixa?

Simples Nacional
Surgiu com o intuito de otimizar e reduzir a burocracia para pequenos empreendedores, diminuindo o número de obrigações acessórias. O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é considerado a obrigação principal do Simples Nacional, pois é por meio dele que todos os impostos fiscais são arrecadados.

Lucro Presumido
Essa é a forma mais generalista de tributação, ideal para as empresas em que o Lucro Estimado seja maior que as presunções e que não haja um grande volume de custos para o abatimento dos impostos. O Lucro Presumido utiliza da sistemática cumulativa para fins de apuração dos impostos de PIS e COFINS, porém, o número de obrigações acessórias é maior em relação ao Simples Nacional.

Lucro Real
Esse é o modelo de tributação mais complexo que existe, pois necessita de um controle rígido de escrituração. Possui uma grande vantagem do Lucro Real, permitindo o aproveitamento de possíveis prejuízos contábeis. Mas, com relação as obrigações acessórias, suas necessidades são maiores, exigindo todas as obrigações do Lucro Presumido e mais algumas específicas.

 

Você quer entender mais sobre as obrigações fiscais do seu negócio? Entre em contato com a Contabilidade Souza para te ajudarmos!

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Ticket médio: o que é, como calcular e de que maneira aumentá-lo

O que é o ticket médio?
É o valor médio das vendas de um período. Ele é um indicador de desemprenho que mostra o quanto sua empresa tem conseguido fechar negócios vantajosos. Além disso, você consegue a partir dele, descobrir quanto fatura por cliente.

Como calcular?
Para realizar esse cálculo é bem simples, basta dividir o faturamento total pelo número de vendas do período. É possível calcular o ticket médio de determinado produto, serviço ou categoria, conforme a necessidade da empresa. São quatro passos para descobrir esse valor, confira:
– Primeiro, considere um período, que pode ser um dia, uma semana ou um mês
– Depois, verifique quantos clientes foram atendidos e o valor registrado em vendas
– Por fim, divida esse valor pelos clientes
– Pronto: temos o ticket médio para o período avaliado.

Essa métrica é de extrema importância, pois fornece informações valiosas para o planejamento de vendas e melhoria dos resultados. É importante ressaltar que o ticket médio varia de acordo com a empresa e que o histórico e os custos que cada venda geram afetam no resultado final.

Como aumentar o ticket médio?
Aumentá-lo se relaciona com o crescimento do faturamento e a otimização dos recursos da empresa. Com um ticket médio mais alto, o Retorno Sobre o Investimento (ROI) de Marketing e Vendas também aumenta.
Para isso acontecer, há algumas formas de impulsionar o crescimento, confira:

– Invista em treinamento, tendo vendedores afiados
– Capriche no atendimento
– Amplie as possibilidades de compra
– Estimule a recompra
– Faça promoções e ofereça descontos.

Tem um empreendimento e busca por uma empresa de contabilidade atenciosa e responsável? Entre em contato com a Contabilidade Souza.

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